quarta-feira, 25 de maio de 2016

 
Um pouco sobre a psicopedagogia

A psicopedagogia surgiu na Europa, e mais ou menos na época de 1.970, no Brasil, quando foi aprovado seus primeiros cursos, em 1.979, os cursos regulares tinha uma visão preventiva, em 1.990, há proliferação dos cursos e a preocupação com a formação.
O projeto de lei 31/2.010, regulamenta a profissão aprovada somente em 16, Dezembro, 2.013, e a aprovação do psicopedagogo na escola no projeto de lei 557/2.013.
A psicopedagogia veio para estudar o processo de aprendizagem e suas dificuldades, para ajudar nos problemas, que a medicina, pedagogia e a psicologia não conseguiram atender separados, com isso surgiu a necessidade de um especialista, com um olhar diferente nos fracassos escolares, desenvolvendo um trabalho com a prevenção e intervenção.
o trabalho preventivo, e dentro da escola o psicopedagogo, atua no processo educativo com o intuito de eliminar o problema da aprendizagem, do aluno junto com o professor e outros profissionais na área de ensino, nas questões didáticas e metodológicas e fazer acompanhamento com os pais, enquanto essa criança é avaliada por profissionais que vão dar o diagnóstico se ela tem ou não algum tipo de Distúrbio. Enquanto isso, já se vai fazendo a intervenção, para diminuir, tratar os problemas da aprendizagem que a criança já adquiriu, elaborando atividades diferenciadas do currículo que o professor esta acostumado a trabalhar, para que não se repita o transtorno. Quando diagnosticado o trabalho do psicopedagogo passa a ser clínico. Ele faz um acompanhamento somente com o sujeito, mas o preventivo continua para prevenir-se de outros transtorno que possam aparecer.
Os distúrbios de aprendizagem se caracterizam, na dificuldade e compreensão auditiva, na fala, leitura, escrita e raciocínio matemático, identificados como dificuldades de aprendizagem.
As questões que se fazem tal qual e dificuldade do psicopedagogo em realizar o seu trabalho, buscando sanar as dificuldades dos distúrbios de alfabetização, e qual a dificuldade de alguns professores e familiares em aceitar e reconhecer o psicopedagogo como sendo uma ferramenta indispensável para intervir e prevenir nos distúrbios relacionados a alfabetização da criança.

Acredita-se que sem a ajuda do psicopedagogo junto ao pedagogo é impossível de resolver ou prevenir distúrbios aparentes na alfabetização da criança, visto que apenas o pedagogo diante de um caso de distúrbio não detém de ferramentas suficientes para a solução do mesmo. Ressalta-se que os pedagogos ainda não conhecem com clareza o trabalho psicopedagógico, alguns acham que tal profissional somente observa e aponta seus erros, bem como também enxergam como um cantinho do brincar onde não se obtém resultado algum. Observamos que existe um ego por parte do pedagogo que abala a estrutura educacional formada, pois é inaceitável para ele receber cobranças vindo de um profissional que nem se quer tem seus direitos trabalhistas reconhecidos. Diante disso, entendemos que esses são os pontos cruciais da dificuldade de se criar parcerias entre escolas e psicopedagogia ou até mesmo com psicólogos e psiquiatras. Conclui-se que existe uma forte relação entre o trabalho conjunto do pedagogo e psicopedagogo na solução desse problema aparente, não podendo simplesmente excluir o conhecimento de ambos. Acreditamos que o psicopedagogo no primeiro momento encontra dificuldade para realizar seu trabalho, a aceitação de alguns professores e das famílias, e preciso que se reconheça que o psicopedagogo necessita da compreensão geral para desenvolver um bom atendimento a criança com dificuldade. O psicopedagogo pode trabalhar os distúrbios da alfabetização em parceria com o professor alfabetizador, no processo de alfabetização e seus distúrbios.

Nenhum comentário:

Postar um comentário