Desde 1929 as crianças com altas habilidades começaram a ser estudadas
porque seu comportamento era diferenciado das outras crianças principalmente
dentro das salas de aula. O conceito de altas habilidades define-se por pessoas
que apresentam desempenho acima da média ou potencialidade em qualquer dos
seguintes aspectos isolados ou combinados, capacidade intelectual geral,
aptidão acadêmica específica, pensamento criativo ou produtivo, capacidade de
liderança, talento especial nas artes e psicomotora.
Existem dois tipos de altas
habilidades o básico: onde o
acadêmico se destaca nas
diferentes disciplinas e rendimentos escolar superior, nas áreas linguísticas ou lógico matemática;
e o produtivo criativo: destaca-se nas habilidades da criatividade é
imaginativo questionador, inventivo e dispersivo quando a tarefa não lhe
interessa, seus pensamentos são
divergentes o que dificulta sua adaptação e avaliação quando em padrões tradicionais.Através do
teste de Q.I (quociente de inteligência) a pessoas com altas habilidades é
diagnosticada, esse procedimento consiste em um conjunto de procedimento
e tarefas que o sujeito deve resolver e se ultrapassar a média é considerado
superdotado
As crianças com altas habilidades são emocionalmente diferentes. São
mais sensíveis que as outras crianças, fazem mais perguntas e quando não
conseguem encontrar a resposta ficam emocionalmente vulneráveis.
Algumas passam por dificuldades de relacionamento social devido sua falta
de paciência e intolerância muitos preferem ficar sozinhos para
satisfazerem
Uma das características das crianças com altas habilidades é a
resistência em aceitar regras. Muitas vezes são vistos como indisciplinados, um
aluno problema, pois enfrentam a dificuldade de se adaptar ao mundo que não foi
feito para pessoas como eles.
Com a inserção de um número cada vez maior de alunos que apresentam
altas habilidades dentro do ambiente escolar, estes acabam se encaixando nas
políticas públicas de inclusão, justamente para que essas crianças tenham o
acesso a educação dentro das salas de aula. A questão é como trabalhar as
características intelectuais, emocionais
e sociais dos alunos com altas habilidades dentro do ambiente escolar.
A falta de formação dos profissionais de educação e conhecimento é um
obstáculo para o desenvolvimento da diversidade desses alunos.
Para que a educação igualitária realmente aconteça é preciso fortalecer
a formação dos educadores e criar uma base de apoio para os alunos.
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