Um pouco sobre a psicopedagogia
A
psicopedagogia surgiu na Europa, e mais ou menos na época de 1.970, no Brasil, quando foi aprovado
seus primeiros cursos, em 1.979, os cursos regulares tinha uma visão preventiva, em 1.990, há proliferação dos
cursos e a preocupação com a
formação.
O projeto de lei 31/2.010, regulamenta a profissão aprovada somente em 16, Dezembro, 2.013, e a
aprovação do
psicopedagogo na escola no projeto de lei 557/2.013.
A psicopedagogia veio para estudar o processo de aprendizagem e
suas dificuldades, para ajudar nos problemas, que a medicina, pedagogia e a
psicologia não
conseguiram atender separados, com isso surgiu a necessidade de um
especialista, com um olhar diferente nos fracassos escolares, desenvolvendo um
trabalho com a prevenção e
intervenção.
o trabalho preventivo, e dentro da escola o psicopedagogo, atua no
processo educativo com o intuito de eliminar o problema da aprendizagem, do
aluno junto com o professor e outros profissionais na área de ensino, nas questões didáticas e
metodológicas e
fazer acompanhamento com os pais, enquanto essa criança é
avaliada por profissionais que vão dar o
diagnóstico se
ela tem ou não algum
tipo de Distúrbio.
Enquanto isso, já se vai
fazendo a intervenção, para
diminuir, tratar os problemas da aprendizagem que a criança já
adquiriu, elaborando atividades diferenciadas do currículo que o professor esta acostumado a
trabalhar, para que não se
repita o transtorno. Quando diagnosticado o trabalho do psicopedagogo passa a
ser clínico.
Ele faz um acompanhamento somente com o sujeito, mas o preventivo continua para
prevenir-se de outros transtorno que possam aparecer.
Os distúrbios de
aprendizagem se caracterizam, na dificuldade e compreensão auditiva, na fala, leitura, escrita e raciocínio matemático,
identificados como dificuldades de aprendizagem.
As questões que se fazem tal qual e
dificuldade do psicopedagogo em realizar o seu trabalho, buscando sanar as
dificuldades dos distúrbios de alfabetização, e qual a dificuldade de
alguns professores e familiares em aceitar e reconhecer o psicopedagogo como
sendo uma ferramenta indispensável para intervir e prevenir
nos distúrbios relacionados a alfabetização da criança.
Acredita-se que sem a ajuda
do psicopedagogo junto ao pedagogo é impossível de resolver ou prevenir
distúrbios aparentes na alfabetização da criança, visto que apenas o
pedagogo diante de um caso de distúrbio não detém de ferramentas suficientes
para a solução do mesmo. Ressalta-se que os pedagogos ainda
não conhecem com clareza o trabalho psicopedagógico, alguns acham que tal
profissional somente observa e aponta seus erros, bem como também enxergam como um “cantinho” do brincar onde não se obtém resultado algum. Observamos
que existe um ego por parte do pedagogo que abala a estrutura educacional
formada, pois é inaceitável para ele receber cobranças vindo de um profissional
que nem se quer tem seus direitos trabalhistas reconhecidos. Diante disso,
entendemos que esses são os pontos cruciais da
dificuldade de se criar parcerias entre escolas e psicopedagogia ou até mesmo com psicólogos e psiquiatras.
Conclui-se que existe uma forte relação entre o trabalho conjunto
do pedagogo e psicopedagogo na solução desse problema aparente, não podendo simplesmente
excluir o conhecimento de ambos. Acreditamos que o psicopedagogo no primeiro momento encontra
dificuldade para realizar seu trabalho, a aceitação de
alguns professores e das famílias, e
preciso que se reconheça que o
psicopedagogo necessita da compreensão geral
para desenvolver um bom atendimento a criança com
dificuldade. O psicopedagogo pode trabalhar os distúrbios da alfabetização em parceria com o professor alfabetizador, no
processo de alfabetização e seus
distúrbios.